19/novembro/2008 -- Quarta-feira -- 2a. Edição
INTRADAY
- Deflação/EUA e crise das montadoras prolongam agonia
O mercado viu hoje mais evidências da severidade da crise: a deflação. Nos EUA, o índice de preços ao consumidor (CPI) caiu 1,0% em outubro na comparação com setembro, com a desaceleração da economia sendo o motivo por trás da maior queda do dado em 61 anos. Deflação alivia o peso no bolso do consumidor, mas, ao mesmo tempo, deprime os resultados de empresas. A preocupação com a saúde delas continua no foco, e foi ainda mais realçada hoje, em meio à indefinição quanto ao socorro financeiro do governo dos EUA às montadoras GM, Ford e Chrysler. O Dow Jones cedia 0,99%, às 13h53, enquanto as bolsas européias eram mais pressionadas, com as companhias químicas mostrando sensibilidade ao anúncio de corte de produção pela Basf. Após esboçar recuperação durante a manhã, o Ibovespa iniciava a tarde em baixa de 0,70%, às 14h21, em meio a um giro financeiro pálido, com muitos investidores reduzindo ainda mais posições devido ao feriado municipal em São Paulo amanhã. No mercado de juros, as taxas deram seqüência à queda, com os movimentos pautados por questões técnicas. O dólar subia 1,72%, a R$ 2,3650, às 13h52.
Mercados Internacionais A apreensão causada pela crise que assola as "Três Grandes", como são conhecidas as montadoras norte-americanas General Motors, Ford e Chrysler, dominou os negócios nas principais praças do mundo nesta quarta-feira. Com a possibilidade de concordata batendo à porta, as companhias de Detroit clamam para que o governo dos EUA lhes conceda novos empréstimos de US$ 25 bilhões, que viriam dos US$ 700 bilhões que integram o Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp). As empresas também querem que os congressistas norte-americanos acelerem a liberação de outros US$ 25 bilhões já aprovados, quantia que será usada para reequipar as frotas e fabricar veículos mais eficientes em termos de energia.
O pedido de recursos do Tarp, no entanto, encontra resistência entre parlamentares, principalmente os republicanos. O executivo-chefe da GM, Rick Wagoner, defende-se afirmando que a ajuda governamental poderia "salvar a economia norte-americana de um colapso catastrófico". Enquanto a situação não se resolve, dá-lhe nervosismo. Os investidores temem que, se as montadoras falirem, os bancos dos EUA também sofrerão. Isso sem contar a eliminação de empregos que ocorreria em todo o mundo.
Além disso, há dúvidas sobre se a quantia seria suficiente para dar o alívio que o setor automobilístico precisa. "Se o Congresso atrasar a ajuda às montadoras, pode esperar que as ramificações sobre a economia e também sobre os bancos serão significativas", disse um estrategista de câmbio do BNP Paribas. "As pessoas não querem usar dinheiro do Tarp para a GM", disse o estrategista Marc Pado, da Cantor Fitzgerald. "Mas alguma coisa precisa ser feita", disse ele.
As ações da GM e da Ford caíam mais de 12% no início da tarde. Às 14h (de Brasília), Dow Jones recuava 1,57%, Nasdaq perdia 1,75% e S&P 500 perdia 2,18%. Na Europa, as quedas de alguns índices superavam os 4%. O conglomerado industrial alemão Basf informou nesta quarta-feira que pretende fechar temporariamente 80 fábricas em todo o mundo e reduzir a produção em outras 100. De acordo com a companhia, a decisão afetará 20 mil funcionários.
Se no campo corporativo as notícias são desfavoráveis, no macroeconômico são ainda piores. Depois do índice de preços ao produtor nos EUA ontem, hoje foi a vez de o índice de preços ao consumidor (CPI) mostrar que a crise já se reflete em deflação na maior economia do mundo. O CPI caiu 1,0% no mês passado, o maior declínio desde fevereiro de 1947. Há deflação mesmo se forem excluídos os itens energia (cujos preços despencaram 8,6% no mês passado) e alimentos - o núcleo do CPI recuou 0,1%, o maior declínio desde dezembro de 1982.
O outro dado de destaque do dia foi a queda de 4,5% do número de construções de residências iniciadas nos EUA em outubro, para o recorde de baixa de 791 mil. Na comparação anual, as construções iniciadas ficaram 38,0% abaixo do nível de outubro de 2007. As licenças para construção também caíram fortemente, em 12,0%, o quádruplo do recuo de 3,1% esperado por analistas.
O mercado de câmbio operou de lado durante a maior parte do dia, de olho nos desdobramentos da situação das montadoras. Mas a afirmação no início da tarde do vice-presidente do Federal Reserve, Donald Kohn, de que o risco de deflação nos EUA é maior que há alguns meses, embora seja "ainda pequeno", combinada com o CPI fraco anunciado horas antes, derrubava o dólar. Às 14h, o euro subia 0,21%, para US$ 1,2654, e 0,30%, para 122,58 ienes; a libra ganhava 1,06%, para US$ 1,5099.
Os estoques de petróleo nos EUA, por sua vez, aumentaram 1,599 milhão de barris na semana passada, mais do que o aumento de 800 mil barris esperado pelos analistas. Os estoques de gasolina também subiram mais do que o previsto. Cresce a expectativa nesse mercado quanto a um possível novo corte da produção de petróleo na próxima reunião da Opep, marcada para o dia 29, no Cairo. O presidente do cartel, Chekib Khelil, no entanto, disse hoje que um corte não será decidido nesse encontro. Às 13h55, o contrato de petróleo para dezembro negociado na Nymex eletrônica cedia 0,68%, para US$ 54,02 o barril.
O aumento de estoques e as perdas das ações também estimulavam um movimento de vendas de contratos de metais preciosos. O de cobre para dezembro transacionado na Comex perdia 2,29%. Mas o ouro subia 2% no mesmo horário, ajudado pelo recuo do dólar no mercado cambial. Às 13h45, o juro da T-note de 2 anos subia 3,96%, para 1,16985%, enquanto o da T-note de 10 anos cedia 0,98%, para 3,45460%, e o do T-Bond de 30 anos recuava 1,12%, para 4,04575%. (Marcílio Souza)
Bolsa O Ibovespa inicia a tarde no vermelho, deixando para trás o movimento de recuperação técnica da manhã, em meio a um giro financeiro pálido, com muitos investidores reduzindo ainda mais posições devido ao feriado municipal em São Paulo amanhã (Dia da Consciência Negra). Às 13h51, o índice à vista recuava 0,21%, aos 34.022 pontos, projetando para o término da sessão volume negociado de apenas R$ 2,4 bilhões. Na máxima do pregão, a Bolsa subiu 2,03% e na mínima cedeu 0,67%, sem perder de vista o mercado externo, onde as únicas coisas que crescem atualmente são as dívidas e as más notícias.
Hoje saíram novos indicadores nos Estados Unidos "totalmente recessivos" como definiu uma fonte, renovando ainda mais o pessimismo dos investidores. O índice de preços ao consumidor (CPI) caiu 1% em outubro ante setembro, a maior queda em 61 anos. A média das previsões de analistas era de queda de 0,8%. As construções de residências iniciadas nos EUA caíram 4,5% em outubro, para o recorde de baixa de 791 mil, em dados sazonalmente ajustados
As montadoras continuam na ordem do dia, com os seus principais executivos tentando conseguir no Congresso norte-americano ajuda financeira imediata para resolver os problemas de liquidez de curto prazo. As empresas - Ford, GM e Chrysler - estão pedindo recursos de emergência no valor de US$ 25 bilhões.
Há dúvidas se esses recursos são suficientes para salvar as empresas automobilísticas da falência. O secretário do Tesouro, Henry Paulson, resiste à pressão para ajudar a indústria automobilística, argumentando que o pacote de US$ 700 bilhões é para ajudar o setor financeiro.
Os investidores temem o efeito de uma possível falência das montadoras no setor financeiro e em outros ramos de negócios, piorando ainda mais as condições da economia.
Por aqui, o mercado opera na expectativa de que pode sair ainda hoje ou amanhã pelo menos uma definição oficial sobre a venda da Nossa Caixa para o Banco do Brasil durante a reunião entre o presidente Lula e o governador de São Paulo, José Serra, marcada para as 16 horas no Palácio do Planalto. Nossa Caixa ON subia 0,50% e Banco do Brasil ON registrava ganho mais encorpado, de 2,01% às 14 horas, destoando dos demais papéis do setor bancários, que subiram durante a manhã mas iniciavam a tarde em baixa moderada, depois de terem contribuído para a queda forte do Ibovespa, de 4,54%, na véspera.
As ações de Petrobras, que também chegaram a subir durante a manhã, retomaram o sinal negativo agora à tarde, influenciadas pelos preços deprimidos do petróleo. Às 14h04, Petrobras PN recuava 1,30% e a PN registrava baixa de 1,85%. Os estoques semanais de petróleo aumentaram o dobro do esperado pelos analistas na última semana, pressionado as cotações do óleo. Na Nymex, o barril era negociado a US$ 54, baixa de 0,77%.
Ontem, Petrobras foi uma das responsáveis pela queda acentuada do mercado doméstico. As ações de Petrobras aceleraram as perdas após declarações do gerente-geral de novos negócios da área de Exploração e Produção, José Jorge de Moraes Júnior, sobre a revisão do plano de negócios e a postergação da contratação de sondas. A PN terminou o pregão em baixa de 5,87% e a ON caiu 7,02%.
Hoje cedo, em esclarecimento enviado à CVM, a estatal informou que o plano de negócios ainda está em elaboração e, por isso, a estatal não possui no momento informações suficientes para afirmar sobre o adiamento e a antecipação de seus projetos e, conseqüentemente, sobre os seus possíveis impactos na curva de produção estimada para os próximos anos.
As ações da Vale também seguem o caminho negativo. A PNA recuava 1,04% e a ON -2,07% às 14h06.
A maior perda do Ibovespa era Usiminas ON, com -5,76¨e a PNA -4,59%. Gerdau operava em baixa de 5,15%. O setor siderúrgico continua sofrendo com as notícias ruins. A Votorantim Metais informou, por meio de comunicado, que está reduzindo sua produção de zinco para adequar a oferta à demanda internacional mais fraca. A companhia demitirá 55 funcionários em Juiz de Fora (MG) e concederá férias coletivas durante o mês dezembro nesta unidade. "Assim que a demanda de mercado voltar aos níveis normais retomaremos o nível habitual de produção", informou a empresa.
Do lado positivo, Oi PN subia 4,94% e Transmissão Paulista PN +4,49%. (Sueli Campo)
14:27| Índice Bovespa | Pontos | Var. % | | Último | 33686.94 | -1.2 | | Máxima | 34785.53 | +2.03 | | Mínima | 33686.94 | -1.20 | | Volume (R$ Bilhões) | 1.20B | | Volume (US$ Bilhões) | 504 |
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18:47| Índ. Bovespa Futuro | INDFUTOU08 | Var. % | | Último | 36750 | -11.5 | | Máxima | 39900 | -3.97 | | Mínima | 36750 | -11.55 |
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14:27| Ações | Últ. | Var.% | Ações | Últ. | Var. % | | TELEMAR PN | 27.60 | 4.15 | VALE R DOCE PNA N1 | 22.60 | -2.33 | | PETROBRAS PN | 18.81 | -2.29 | BRADESCO PN N1 | 21.54 | -2.09 | | EBTPPN *ES | 7.05 | 0.71 | ELETROBRAS PNB N1 | 24.73 | 0.73 | | USIMINAS PNA N1 | 20.27 | -5.06 | SID NACIONAL ON | 21.92 | -0.32 | | VIVO PN | 23.49 | 0.82 | CEMIG PN N1 | 37.37 | 1 |
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Câmbio O feriado da Consciência Negra, que fecha as bolsas de São Paulo amanhã e mantém cerradas as portas de outras das principais praças de câmbio do País, como Rio de Janeiro e Campinas, quebrou o ciclo que o mercado doméstico de moedas vinha sustentando há dias. Os leilões de swap cambial feitos nesta manhã não serão liquidados pela ptax de hoje e sim pela de amanhã. Isso adia as jogadas de mercado pela formação da taxa que têm alimentado o giro dos negócios todas as tardes. As cotações sustentaram-se em alta apoiadas pelo ambiente externo negativo e o Banco Central anunciou um terceiro leilão de dólares, desta vez de venda com recompra (linha).
A interrupção do ciclo do mercado de câmbio foi medido pelos operadores a partir do volume transacionado pela manhã. Perto das 13 horas, US$ 1,3 bilhão estava registrado junto ao Banco Central. Esse resultado é mais próximo do habitual que aqueles que vinham sendo apresentados - anteontem no mesmo horário eram US$ 560 milhões e ontem, de US$ 660 milhões. A avaliação dos especialistas é de que o volume cresceu pela manhã porque os investidores não postergaram as transações para o período da tarde, depois do leilão, como vinham fazendo. Nos últimos dias, eles vinham mantendo essa estratégia para guardar munição para a formação de uma ptax mais favorável à posição que assumem nas intervenções do BC.
Assim, a expectativa é que amanhã, mesmo com as bolsas fechadas, haja uma movimentação significativa no mercado de câmbio justamente por causa da formação a ptax que liquidará os leilões de swap feitos nesta quarta-feira. O BC fez a oferta habitual, de até 10 mil contratos, com vencimento em 2/2/2009 e colocou 4.530 desses swaps. O volume financeiro ficou em US$ 224,1 milhões. A cotação mínima foi de 98,9566, a taxa nominal, de 5,3896%, e a linear, de 5,20%.
Foi feita também a continuação da rolagem dos contratos de swap cambial tradicional que vencem em 1º de dezembro de 2008. A oferta foi de até 52 mil contratos de swap cambial para quatro vencimentos, equivalente a cerca de US$ 2,6 bilhões. O resultado sai em instantes.
A surpresa ficou por conta do anúncio de um leilão de linha - venda com recompra em três datas - anunciado pouco depois das 12 horas. A operação acontece na tarde de hoje, entre as 14h45 às 15 horas. Os dólares serão repassados aos bancos pela taxa do boletim das 14h30 (ver detalhes em notas às 12h21). Segundo os operadores, no momento em que o BC anunciou a intervenção, não havia pressão na taxa do cupom cambial, segmento de negócios atendido por esse tipo de leilão. "Aparentemente não havia uma demanda específica por esses recursos, mas o BC tem mais condições de medir esses fluxos", afirma um profissional de mercado ouvido pela Agência Estado, ressaltando que o fluxo financeiro segue significativamente negativo.
Isso se comprovou pelos dados divulgados pelo BC ao final da manhã. O fluxo cambial em novembro até o dia 14 ficou negativo em US$ 877 milhões. Isso é resultado de uma saída líquida de dólares pelo segmento financeiro, de US$ 1,962 bilhão e uma entrada pelo da conta comercial, que totalizou US$ 1,084 bilhão. Na semana que compreende os dias 10 e 14 de novembro, o fluxo cambial foi negativo em US$ 222 milhões, resultado da saída de US$ 1,519 bilhão da conta financeira menos a entrada de US$ 1,298 bilhão da conta comercial.
O destaque dos dados de fluxo do BC foi a média diária na concessão de crédito para os exportadores, que apresentou recuperação na segunda semana de novembro. Nesse período, bancos emprestaram, na média, US$ 195,31 milhões por dia em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), o que representou alta de 149,6% sobre o resultado da semana anterior, entre 3 e 7. Vale registrar que, durante esse período, o BC atuou nesse segmento ao fazer três leilões para exportadores com garantia em ACC. O primeiro aconteceu em 5 de novembro, quando foram repassados US$ 1,453 bilhão. A segunda operação foi em 13 de novembro (US$ 1,302 bilhão) e a terceira ocorreu ontem (US$ 1,155 bilhão).
Apesar da melhora da segunda semana, os números do acumulado do mês ainda mostram piora. Na média diária de novembro, os bancos repassaram US$ 136,77 milhões por dia aos exportadores. O valor é 14,8% menor que o registrado em outubro e 42,7% inferior ao visto em setembro. Mas há uma recuperação em curso, segundo os especialistas.
Ao final da manhã, o dólar pronto era cotado a R$ 2,375 (+2,15%) na BM&F e a R$ 2,365 (+1,72%) no balcão. (Cristina Canas) 14:21| Dólar (spot e futuro) | Último | Var. % | Máxima | Mínima | | Dólar Comercial (Balcão) | 2.36500 | 1.72 | 2.38100 | 2.33000 | | Dólar Comercial (BM&F) | 2.37500 | 2.15 | 2.38000 | 2.35200 |
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Juros O mercado de juros reduziu o ritmo de negócios nesta quarta-feira, véspera de feriado nas principais praças do País. Mas, apesar do ambiente negativo no exterior, os juros prosseguiram no movimento de baixa, que está relacionado a questões técnicas, e não por fundamentos. Há instantes, o DI janeiro/2010 projetava taxa de 14,79%, ante 14,84% ontem. DI janeiro/2012 caía de 15,69% para 15,58%. E DI janeiro/2009 tinha taxa de 13,51%, de 13,52% ontem.
Segundo operadores, o que continua pesando sobre o mercado de juros e levado à queda das taxas é uma correção do mercado secundário de NTN-B (papel atrelado ao IPCA) no mercado secundário de títulos. Com a queda da inflação corrente, a inflação implícita do papel também tem sido reduzida. Isso abriu espaço para que players que estavam comprados em papel e em juros na BM&F desarmassem muitas dessas posições nas duas pontas, provocando também a queda do DI.
No exterior, as bolsas norte-americanas embarcaram em uma trajetória negativa, pressionadas pelos indicadores econômicos considerados negativos. O Nasdaq recuava 1,07% e o Dow Jones caía 1,35%. O índice de preços ao consumidor (CPI) declinou 1,0% em outubro na comparação com setembro, a maior queda desde fevereiro de 1947, ou em 61 anos, segundo o Departamento do Trabalho. A média das previsões de analistas era de queda de 0,8%. A desaceleração da economia está na base da deflação.
Internamente, o mercado deu pouca importância aos dados sobre o mercado de trabalho, que continuam mostrando vigor. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego de outubro, que ficou em 7,5%, ante 7,6% em setembro. O resultado veio dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (7,4% a 7,8%) e exatamente igual à mediana de 7,5%. Em outubro do ano passado, a taxa havia sido de 8,7%. O rendimento médio real dos trabalhadores ficou em R$ 1.258,20, com queda de 1,3% ante setembro e alta de 4,5% na comparação com outubro de 2007.
A massa de rendimento real efetivo da população ocupada nas seis principais regiões metropolitanas do País somou R$ 28 bilhões em setembro - esse dado sempre se refere ao mês anterior ao da pesquisa mensal de emprego -, com estabilidade em relação a agosto e aumento de 10,2% ante setembro de 2007.
Já as construções de residências iniciadas nos EUA caíram 4,5% em outubro, para o recorde de baixa de 791 mil, em dados sazonalmente ajustados, informou o Departamento de Comércio. O número de setembro foi revisado para queda de 3,0%, para 828 mil, de um recuo de 6,3% divulgado anteriormente. Apesar do recorde de baixa, o dado ficou dentro do esperado. Economistas previam declínio de 4,7% em outubro.
Hoje, o BC tomou R$ 88,696 bilhões no over a 13,68%, integral. (Lucinda Pinto)
14:27| DI1FUTJA10 | DI1FUTJA09 | DI1FUTJA12 | | 14.820 | 13.510 | 15.670 |
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13:49| Operação | Último | | CDB Prefixado 30 dias (%a.a) | 13.43 | | Capital de Giro (%a.a) | 19.65 | | Hot Money (%a.m) | 1.69 | | CDI Over (%a.a) | 13.25 | | Over Selic (%a.a) | 13.65 |
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